|
|
|
|
E a sucuri de 40 metros? A busca de informações continua!Leia e-mails logo após a ilustração. ...Enquanto o meu pai distraído, de
cócoras lavava os apetrechos para o café, eu continuava observando os
arredores, quando em dado momento escutei um ruído estranho, um
farfalhar característico de algo se movendo rápido sobre a água! Agucei
minha audição esforçando-me para localizar a direção do ruído, quando
avistei movendo-se rápido, uma cobra sucuriju (anaconda), vindo por cima
d’água para cima do meu pai, instintivamente gritei: olha a sucuri! Ele
entendendo a linguagem, o seu pronto reflexo pulou para trás no exato
momento em que a fera tentou alcança-lo com um bote, errando por pouca
diferença mas, permanecendo ali no local, sem dúvida um tanto frustrado,
mas disposta a esperar por uma segunda chance, para uma nova investida.
Essa sua imprudência, custou-lhe a vida! Passei a arma para o meu pai,
não me atrevi atirar, confiava mais na sua pontaria. Julgamos a
princípio que um tiro de espingarda, fosse suficiente para abate-la
porem, estávamos enganados, o chumbo escumilha usado nesse tipo de arma,
nem ao menos a afugentou! Então lhe passei o rifle, conseguindo abatê-la
com somente um tiro na cabeça. Oi! Quanto à foto da sucuri de 40 metros assim como o relato do colega José Luiz, são reais e foram relatados na Revista "O CRUZEIRO" na espoca. Isso foi me contado por meu pai (que é militar) e confirmado por seus colegas (todos militares) que viram a publicação original da revista. Note que o fato ocorreu numa base militar, uma instiruição que não daria margem para que um fato não verídico tivesse seu nome veiculado numa revista pública. Dentro na reportagem dizia que foram dados mais de 200 tiros de fuzil para matá-la e o mais impressionante, havia uma foto onde dois soltados posavam de pé DENTRO da boca da cobra que fora escorada com um pedaço de madeira. Quem duvidar ou quiser confirmar, saiba que devem existir microfilmes dessa revista, assim como existem de jornais em bibliotecas de grande porte. -- Pedro A. Guimarães Filho |
|
|