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Motorista quis encher botijão de casa com gás natural. Veja o resultado:O rapaz, dono desse carro, achou que era mais barato abastecer o botijão de gás no posto do que comprar um botijão novo. Seu objetivo era economizar uns 5 ou 6 reais, mas acabou perdendo o carro no valor de uns doze mil reais. O pior é que o seguro dele não ira pagar o estrago, uma vez adotara procedimento ilegal no veículo. Corre ainda o risco de ser processado pelo posto por colocar em perigo a vida dos funcionários. A explosão aconteceu porque o motorista colocou um botijão de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) escondido no carro, encoberto pelo carpete do carro, e ligou nele a tubulação que deveria estar conectada ao cilindro de gás natural. Com isso, o gás natural foi direcionado para o botijão de GLP (que agüenta uma pressão máxima de 15 atmosferas - enquanto o cilindro próprio para GNV é projetado para receber o gás natural em altas pressões que vão de 180 atm a 220 atm). Segundos depois, ocorreu o rompimento súbito e violento do botijão (com deslocamento de ar, sem fogo) que destruiu completamente o Gol. As peças voaram mais de 80 metros e, graças aos procedimentos de segurança adotados pelo posto, não causou ferimentos a nenhuma das pessoas que estavam próximas ao veículo. O motorista havia feito a conversão para GNV de seu veículo em oficina credenciada pelo Inmetro em abril deste ano. Desde então, vinha utilizando regularmente o Gol, abastecendo o cilindro em postos de GNV. No último sábado, por volta das 8h30, ele chegou, como habitualmente, no Posto Cem, de bandeira BR, localizado na BR 116, arredores de Curitiba, PR, para fazer o abastecimento. O frentista, treinado para seguir os procedimentos de segurança, solicitou que o motorista saísse do carro e abriu o porta-malas para verificar se o cilindro estava instalado corretamente. Feitos esses procedimentos, iniciou o abastecimento de GNV. Só que o botijão de GLP, escondido no porta-malas do carro, é que estava recebendo o combustível explodiu, por não agüentar a pressão. Vale ressaltar que o carro ficou quase que totalmente destruído, incluindo o botijão de GLP. O cilindro de GNV foi o único item que permaneceu intacto, o que evidencia sua alta resistência. (Colaboração enviada por leitor.) |
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