O que há para ver e fazer
em Campo Grande, MS

Clique nas imagens para ampliá-las em outra janela.

A Capital do MS, Campo Grande oferece uma série de atrativos para seus moradores e visitantes. Exposições de artesanato, parques, feiras, restaurantes, museus, filmes e trilhas ecológicas são algumas das opções para quem visita a cidade.

Milhares de turistas visitam Campo Grande, a capital do Mato Grosso do Sul, todos os meses. Para permitir ao turista aproveitar ao máximo sua estadia na cidade, Campo Grande disponibiliza uma série de atrativos que mostram a história da Capital do Mato Grosso do Sul, desde o passado até os dias atuais, isso sem falar de sua culinária, música, comércio, artesanato e vida noturna.

O passeio pode começar, por exemplo, no Museu José Antônio Pereira (tel. 67 387 0739 – entrada gratuita), que homenageia e conta a história do fundador da cidade, e terminar em uma das 10 modernas salas de cinema do Shopping Campo Grande (tel. 67 326 3717).

Marco da imigração japonesa em Campo Grande, a Feira Central já se tornou tradição, especialmente pela culinária diversificada.

Sabores Variados - Quando o assunto é culinária, não faltam opções para todos os paladares: quitutes da cozinha árabe, italiana, chinesa, japonesa, baiana, americana , paraguaia, espanhola, portuguesa, entre outras, têm lugares garantidos em Campo Grande. Mas para quem quiser conhecer a culinária genuinamente sul-mato-grossense, é indispensável uma visita à Pensão Pimentel (tel. 67 384 9610), também conhecida como Morada dos Baís (tel. 67 324 5830 384 9610).

Primeiro sobrado da cidade, construído em 1918, tratava-se da residência de Bernardo Baís, um dos primeiros e mais importantes comerciantes da cidade. Após sua revitalização, tornou-se um dos principais pontos turísticos da cidade e abriga restaurante (o peixe do Pantanal e a carne de jacaré são imperdíveis), bar, museu, centro de informações culturais e sala de exposições.

Localizada em frente ao Mercado Municipal, a Feira do Índio vende produtos in natura cultivados por várias aldeias do Estado e é parte importante da cultura sul-mato-grossense.

Outras opções de culinária essencialmente regional estão no Mercado Municipal, Feira Indígena e Feira Livre Central. Esta última, instalada na rua Abrão Júlio Rahe, entre as ruas José Antônio Pereira e Padre João Crippa , é um marco na história da imigração dos japoneses para a cidade e, além de uma culinária riquíssima, oferece artesanatos, roupas, brinquedos e artigos para presente. Mato Grosso do Sul tem a Segunda maior colônia nipônica do Brasil.

No Museu José Antônio Pereira, é possível conhecer a história da criação de Campo Grande e de seu fundador.

Arte e História - Arte contemporânea, sacra, indígena e arte da própria natureza também podem ser apreciadas pelo turista que vem à capital do Mato Grosso do Sul. Mais do que belas esculturas, as igrejas Santo Antônio (tel. 67 324 2421), São Francisco (tel. 67 365 3900) e a paróquia São José (tel. 67 383 20 61) representam fases distintas da formação de Campo Grande.

Situado na única aldeia urbana indígena do Brasil, o Memorial da Cultura Indígena (tel. 67 341 6729) tem uma arquitetura singular. Construído com bambu tratado e coberto com palha de bacuri, possui área total de 340m², adaptações para portadores de necessidades especiais e é uma oportunidade rara de contato com a cultura indígena. Mato Grosso do Sul tem a terceira maior população indígena do país.

No centro de Campo Grande fica o Museu do Índio (tel. 67 312 6491 –R$ 3 a entrada, sendo R$ 1,50 para estudantes), local que concentra uma das mais ricas coleções de animais empalhados do Estado e uma impressionante e variada coleção de borboletas. Criado em 1950 por padres salesianos, o local, também conhecido como Museu Dom Bosco, foi idealizado pelo taxidermista Giovanni Magnin, durante suas muitas viagens ao Pantanal mato-grossense e demais regiões.

No Museu da Imagem e do Som (MIS – tel. 325 15 30 – entrada gratuita), o turista pode voltar no tempo e conhecer objetos e curiosidades do início do século; já o Museu de Arte Contemporânea (MARCO - tel. 67 326 7449 – entrada gratuita) abriga um acervo com variadas correntes de artistas da terra.

Tombada pelo Patrimônio Histórico Estadual, a Casa do Artesão abriga diversos tipos de artesanatos regionais e é parada obrigatória para o turista que vem ao Estado.

Para quem quiser levar lembranças da história da cidade, a Casa do Artesão (tel. 67 383 2633) e a Barroarte (tel. 67 324 1355) são os locais indicados: souvenirs, obras de arte e artesanatos estão disponíveis em tamanhos e preços variados para agradar todos os visitantes.

Construído no interior da mata nativa, o Parque dos Poderes abriga o centro administrativo do poder estadual.

Natureza no Centro da Cidade - Se durante o dia o turista decidir fugir do ambiente urbano e desfrutar de belezas naturais, Campo Grande também oferece opções. Considerada a maior área verde do país dentro de um centro urbano, o Parque das Nações Indígenas (tel. 326 2987) é rodeado por vegetação típica do cerrado, possui lago, pista para caminhadas, deck para contemplação do pôr-do-sol e uma estrutura formada por restaurante, lanchonete, e concha acústica.

Considerado a maior área verde do país dentro de um centro urbano, o Parque das Nações Indígenas é rodeado por árvores típicas da região e infra-estrutura de lazer.

É imperdível um passeio ao final de tarde sob o risco de topar com grupos de capivaras, bandos de araras ou tucanos Dentro do parque está localizado o Museu de Arte Contemporânea. Outra opção é ir ao Belmar Fidalgo, centro de lazer e esporte construído no coração de Campo Grande.

Construído no coração de Campo Grande, o Belmar Fidalgo é uma áreas de esporte e lazer mais freqüentadas da Capital.

Se o passeio for de bicicleta, o ideal é ir até o Parque dos Poderes, o centro administrativo do poder estadual. Construído no interior da mata nativa, o parque abriga em seu interior o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS – tel. 67 326 1370), que recebe grupos de até 15 pessoas para trilhas ecológicas. Durante três horas, podem ser contemplados animais, a nascente do córrego Prosa (um dos principais cursos de água da cidade) e a flora local. Ao longo do caminho, o grupo faz uma pausa no interior do parque, onde estão instaladas lanchonetes e um espaço para exposições de artistas regionais.

O passeio no CRAS custa R$ 8, sendo metade do preço para estudantes e acadêmicos. Crianças menores de seis anos e pessoas acima de 65 não pagam para entrar. Quem preferir, pode optar pela trilha de duas horas no Parque Estadual do Prosa (tel. 67 326 3588), que comporta grupos de até 10 pessoas. O ingresso sai por R$ 4,50. Estudantes pagam meia; crianças e idosos também estão isentos do pagamento.

Com cerca de 680 mil habitantes, Campo Grande oferece uma das melhores qualidades de vida do Brasil.

À noite, é possível conferir shows de rock e pop em casas noturnas (Stones Blues Bar e Acustic Bar) que geralmente esticam a programação até o final da madrugada. Para recompor as energias, a Feira Central (quartas, sextas e sábados) oferece sobá, yakisoba, yakimexi e espetinho de filé com mandioca até a madrugada. Restaurantes centrais, como o Garrote Grill (67-325-2156), atendem até o último cliente.

Release: Lívia Ferreira. Fotos: Roberto Higa. Fonte: Escritório de Imprensa.