Padre diz que "ser gay não é pecado, mas um dom de Deus"

MADRID (Reuters) - O sacerdote José Mantero suspenso de suas funções ministeriais depois de declarar abertamente a semana passada que era homossexual e que não praticava o celibato disse na sexta-feira que "ser gay não é um pecado, mas de Deus", informaram diversos veículos na sexta-feira.

Mantero, o primeiro padre espanhol que admite sua condição de gay, respondeu às manifestações de alguns altos representantes da Igreja Católica espanhola que afirmaram que a homossexualidade era um desvio moral.

O sacerdote revelou sua condição na capa do último número da revista de temática homossexual, Zeros, com a frase "Dou graças a Deus por ser gay". Esta confissão provocou um intenso debate e polêmica na sociedade espanhola, de maioria católica.

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