IMAGENS TERRÍVEIS!
Índios seriam culpados pela morte de mais cinco garimpeiros

É com pesar que o Picarelli.Com está disponibilizando
estas fotos exclusivas dos corpos de cinco
garimpeiros supostamente mortos por índios em Rondônia, ao tentarem explorar
jazidas de diamantes numa área pertencente aos cinta-larga. Elas nos foram
enviadas por um internauta, cuja identidade preservaremos, acompanhadas da
seguinte mensagem-apelo:
Caro
Deputado Maurício Picarelli, já devem ser de seu conhecimento, os massacres que
vêm acontecendo no garimpo de diamantes dentro da reserva indigena Roosevelt no
Estado de Rondônia, conforme divulgado no Jornal Hoje e Jornal Nacional da Rede
globo no dia 1º de novembro de 2003.
No último dia 31 de novembro de 2003, após
denúcnias feitas por garimpeiros, a policia civil acompanhada de policiais
militares foi até a reserva e encontrou mais cinco corpos, todos de garimpeiros
assinados a tiros por armas de grosso calibre como escopeta 12, disparados por
índios.
Segue em anexo algumas fotos dos cadáveres.
Para maiores informações ligue para a
delegacia de polícia cívil de Espigão do Oeste, RO, 0xx-69-481-2612, e fale com
o Delegado, Dr. Raimundo.
Obs: Segundo informações obtidas pela CPI
instalada pela Assembléia Legislativa de Rondônia, mais de 100 pessoas já devem
ter sido assassinadas dentro da reserva.
Pedimos encarecidamente que divulgue isto em
seu site bem como em seus pronunciamentos em plenário para que as autoridades
federais tomem uma posição a respeito.
Segundo reportagem publicada ontem
pela Agência Folha, pelo
menos 30 garimpeiros foram assassinados desde 2001 dentro da terra indígena
Roosevelt em Espigão do Oeste (cerca de 500 km a sudeste de Porto Velho) em
Rondônia, segundo balanço da Polícia Civil. Na última sexta-feira, a polícia
encontrou cinco corpos de garimpeiros mortos a tiros de espingarda calibre 12 na
área, que possui uma das maiores jazidas de diamantes do Brasil.

Segundo o
delegado Raimundo Mendes de Sousa Filho, 44, da Polícia Civil em Espigão do Oeste,
quatro testemunhas disseram que os índios mataram os cinco homens. De acordo com o
sindicato dos garimpeiros, dezenas de pessoas estão desaparecidas.
A área
indígena, distante 110 km do centro da cidade e localizada na divisa de Mato
Grosso com Rondônia, tem 10 milhões de hectares onde vivem 1.600 índios
cinta-larga, segundo a Funai (Fundação Nacional do Índio). Cerca de 2.000
garimpeiros estão na região e tentam explorar o diamante nas terras.

Foram
encontrados os corpos de Francisco da Silva Varias, 45, Ferber Marques, 33,
conhecido como Paraná, Evandro Oliveira Nunes, 31, o Neguinho do Zóião, e Menevan
Alves Cavalcanti, 38, o Macarrão.
Na avaliação da
polícia, eles foram mortos há dez dias. O quinto corpo encontrado foi identificado
apenas como sendo de uma pessoa conhecida como Fininho. A morte dele teria
ocorrido há duas semanas.

As quatro
vítimas identificadas estavam no grupo dos oito que invadiram a área para explorar
diamantes.
O delegado
confirmou que há outros garimpeiros desaparecidos, mas não soube informar um
número.

"Se buscarem
corpos [na área indígena], vão encher caminhões com ossos", afirmou o presidente
do Sindicato dos Garimpeiros do Estado de Rondônia, Paulo de Oliveira, 55.
Ele disse que
existe exploração ilegal das jazidas dentro da área indígena. Segundo Oliveira, há
pistas para os aviões de contrabandistas que levam o diamante extraído diariamente
da reserva.
A polícia
confirmou ter encontrado pelo menos uma pista para pouso e decolagem de aeronaves,
mas não tem provas que seja usada por contrabandistas.

O escrivão de
polícia Antônio Nascimento, que também é vereador na cidade, informou que existem
15 inquéritos abertos para apurar assassinatos de garimpeiros supostamente
cometidos por índios.
O grupo-tarefa
da Funai (Fundação Nacional do Índio) criado há um ano para impedir a extração
ilegal de diamantes na terra indígena Roosevelt informou ao jornalista Hudson
Corrêa da Agência Folha, em Campo Grande, que trabalha com a possibilidade
dos assassinatos terem ocorrido durante brigas entre os garimpeiros, sem
participação dos índios. |